Mostrando postagens com marcador quero liberdade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador quero liberdade. Mostrar todas as postagens

domingo, 27 de janeiro de 2013

Vida em Cristo é viver sem alienação.

Este texto é longo, porém mudará a sua vida. 

O homem estava preso nas garras do pecado e da morte. Deus viu que o homem não poderia salvar-se, pois os meios que buscava para se aproximar dele, eram ineficientes. Então Deus enviou seu único filho afim de salvar a humanidade - e esta é a parte mais importante.

Por que Jesus veio morrer por uma humanidade? Poderia apenas ter dado uma ordem. Porém o método usado era o mais ambicioso possível. Não era apenas o de entregar o filho de Deus para sofrer "gratuitamente", nem criar uma história cinematográfica, tendo a cruz como motivo. O projeto de Deus era o de mostrar a morte que ela perdeu a batalha!

Quando se luta contra um oponente e este desfere um golpe, a morte pode ser o fim. A morte - como condutora do homem para a eternidade, veio como um castigo pela desobediência do homem ás leis de Deus. O homem nasceu para ser eterno, de forma que o homem jamais conseguiu conviver bem com o fato de um dia ter de se despedir de sua existência terrena, buscando o elixir da eternidade - por pesquisas, trabalhos com a genética entre outros métodos sofisticados, nos quais os próprios mentores afirmam "brincar de Deus". Porém o homem continua morrendo. Em aspectos gerais, a qualidade de vida melhorou. Parece que foi a lua. Consegue lançar um avião que rompe a barreira do som. Porém não conseguiu vencer a trama do que virá quando passar os portais rumo ao além-vida, porque lhe falta a certeza da salvação - que somente Jesus Cristo pode proporcionar.

De onde vem esta certeza, a da salvação em Cristo?

Devemos antes compreender que a remissão do homem é m ato de amor do Deus todo-poderoso, afim de retirar o homem da alienação. Esta condição ilustra bem a situação do homem sem Deus. Quando o homem está em pecado, está alienado junto ao Diabo. Esta condição não é negociável pelos bons atos que o indivíduo pode fazer ou o quão bom pai de família é, se deixa de mentir ou não. Tais coisas são louváveis, porém o homem está sob domínio de seu opressor - e portanto, sem chance de desfrutar da vida eterna. Corre grande perigo. O homem não sabe o risco que corre estando longe dos braços de Jesus - o que pode salvá-lo definitivamente, pois detém o valor total da dívida que o homem possui junto ao seu inimigo espiritual.

Perguntei tempos a fio o porquê do homem estar aparentemente á mercê do mal e o porquê de Deus deixar que ele sofra, e se não havia um show universal em que figurávamos como atores num plano espiritual no qual o homem era posto a sofrer por deliberação divina. Tais pensamentos caíram por terra quando Deus mostrou a mim que ao entregar-se na cruz, morreu afim de mostrar a humanidade que a morte não o poderia deter. Sendo assim, a venceu, ressuscitando e retirando o homem da alienação da morte espiritual, desde que o aceite como seu único - e suficiente - salvador de sua alma. E pensar que para nós, o sentido dos acontecimentos é simplesmente estranho. Não concebemos facilmente a ideia de um Deus que tenha morrido afim de salvar a humanidade. Este é o ponto vital - não há religião alguma que tenha concebido o sacrifício do Deus que se presta culto ao seu discípulo, como forma de amor e abnegação em favor da humanidade, exceto o próprio Jesus. Ele é a verdadeira religião. Seu amor transcende o entendimento, e sua forma de agir, infinitamente maior que os pensamentos podem alcançar.

Sim, Jesus te ama! Por este motivo que retirou das mãos da morte a detenção do domínio de sua vida. Ao morrer, o homem estava sob o domínio da morte, por conta do pecado. O pecado legitimou a administração da morte de forma plena sobre a vida do homem. Por este motivo, como homem que era, Jesus morreu, afim de nesta condição vencer a morte e na maior ironia universal, envergonhar a morte. Um homem ressuscitou entre os mortos. E este é Cristo.

Pense agora que algum inimigo seu pensou tê-lo vencido, e relaxou. Momentos depois há uma reviravolta e seu inimigo, totalmente ausente de reação, tem de ceder mediante uma força que você não tinha, mas foi legitimada por um ato seu! Assim Cristo venceu a morte, pelo preço de seu sangue, mostrando que para Deus nada é impossível.

Jesus te ama e pelo seu sangue comprou sua liberdade, livrando-o da alienação. Que tal entregar sua vida a Ele hoje? Não há opção. Ou você entrega sua vida a Cristo ou estará sob a alienação, o domínio de Satanás. É isso que você quer? Deus tem a verdadeira liberdade, tem a vida e a salvação para todos os que nele creem e por isto podem ser chamados filhos de Deus por adoção. Quem não aceita a Jesus, infelizmente está sob alienação do pecado e como este é a única coisa que separa o homem de Deus, não podemos mentir ao afirmar que todos os homens são filhos de Deus. O são somente os que o obedecem e o temem.

Há uma condição - a entrega de sua vida a Jesus, como Ele incondicionalmente entregou a sua. Somente isto. Significa abrir mão da vida de sua autonomia e entregá-la a Jesus, para que administre sua vida. Você sentirá a diferença. Verá que tudo flui para um sentido que você não conhece, porém fornece tranquilidade. Jesus é o tudo na vida do homem, e quer neste dia legitimar sua liberdade. Só depende de você!


Quer aceitar a Jesus? Se sim, oremos:

              "Senhor amado, entrego a ti a minha vida. Reconheço que preciso do seu amor e do seu
               perdão. Reconheço que sem ti estou preso ao pecado, porém hoje rendo minha vida a
               ti; perdoa os meus pecados, purifica a minha alma e escreve meu nome no livro da vida.
               Hoje te aceito como meu único e suficiente Salvador de minha vida. Em nome de Jesus. 
               Amém!"




Se não aceitou ainda, salve este texto em seu computador. Leia-o mais vezes. Acesse este blog. Tenho certeza que Jesus falará ao seu coração em outras oportunidades. Porém não deixe que a morte ganhe tempo. Renda-se a Jesus e obterá a liberdade!


                                                                                                                     Dc. Roque de Souza Braga